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quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Diário de Trabalho 018 - Por Edson Fernando

As últimas duas semanas de trabalho comprovaram a dificuldade dos atuantes no processo de criação das cenas que tem como indutor o texto dramático "Zé", adaptação de Fernando Marques para o texto de George Büchner, Woyzeck. Verificamos e temos discutido coletivamente que o principal problema encontra-se na forma como os atuantes tem interpretado o texto, ou seja, procurando estabelecer uma compreensão naturalista e causal para cada papel desempenhado. Assim, com o intuito de oferecer instrumentos que auxiliem os atuantes no seu processo de trabalho compartilho algumas passagens significativos dos livros de Anatol Rosenfeld (Teatro Alemão - história e estudos e Teatro Moderno) e algumas passagens do prefácio de Fernando  Marques que visam esclarecer sobre algumas características importantes acerca de Büchner e do seu Woyzeck.


Inicio com uma breve passagem onde Fernando Marques apresenta sucintamente o autor alemão: 
 
“George Büchner nasceu em 1813, no estado de Hesse, Alemanha, e morreu em 1837, aos 23 anos, vitima de tifo, quando iniciava carreira de professor universitário na Suíça. Deixou uma obra tão breve quanto densa (...). Décadas depois de sua morte, esses trabalhos iriam inspirar gerações de escritores; naturalistas e expressionistas viram em Büchner um precursor.” (2003, p. 09)  




A primeira coisa a destacar é o alcance da obra de Büchner que foi reconhecida e tomada como referência tanto pelo movimento naturalista quanto pelo expressionismo, movimentos por assim dizer antípodas.

A conjuntura em que a obra de Büchner floresceu é contextualizada por Anatol Rosenfeld, situando-o num momento de embate entre as concepções Idealistas e Materialistas:  

 

“George Buechner parece ter vivido dramaticamente o embate entre a duas concepções contrárias. Imbuído, na escola do idealismo tradicional (particularmente de Schiller), adotou em seguida, como estudante de Medicina, as doutrinas materialistas.” (2005, p.61)



 Situado neste momento de tensão entre estas visões filosóficas de mundo, Marques nos apresenta um quadro comparativo entre a primeira e a última obra do autor: 

   
A Morte de Danton ainda é uma peça logicamente delineada, ou seja, obedece a cânones dramáticos até certo ponto tradicionais (...). Mas já anuncia o modo épico ou analógico de compor que prevalecerá em Woyzeck, modo segundo o qual se privilegia ou, ao menos, se insinua o quadro social, visto como mais importante que a trajetória individual das personagens. Mais precisamente: o texto épico interessa-se não somente pela sorte dos indivíduos, mas procura enxergá-la na moldura de quadros e processos mais amplos, sociais, portanto.” (Op. Cit., p.12)


 
Passagem de extrema importância para o trabalho dos atuantes, pois revela que a ênfase dos personagens em Woyzeck só pode ser compreendida se tomada por sua condição social e não por um drama individualizado. Preliminarmente, podemos inferir, então, que o que se apresenta em Woyzeck não é uma história que tem como foco a crise do casal Woyzeck e Maria, não é isto que se impõe como centro de uma fábula, pois a rigor não há nem mesmo uma fábula sendo desenvolvida. A partir de tais observações, Marques em seguida, tecerá considerações especificas sobre o personagem Woyzeck: 


“Em contraste com os heróis clássicos, seres excepcionais mesmo na derrota e na queda, Woyzeck é homem desequilibrado e frágil, manipulado pelos superiores, o Capitão e o Médico, traído pela namorada Maria e espancado pelo rival, o Tamboreiro-mor.” (Id., ibid., p.20)


Observem que todas estas considerações apresentadas por Marques devem ser e apreendidas na perspectiva da condição social ressaltada anteriormente. E por esta perspectiva surge um dos temas recorrentes na obra de Büchner, isto é, o homem apresentado como um títere: 



 “A redução dos homens a animais relaciona-se ao tema do títere, já tocado em A Morte de Danton – animais ou títeres, as personagens são ou tendem a ser autômatos, seres desprovidos de liberdade. Mas se, na primeira peça de Büchner, o tema aparece verbalizado por Danton, homem lúcido e eloqüente, em woyzech será posto em situação, com o tumulto interior vivido pelo soldado, expresso em reações convulsas e inarticuladas.” (Id., Ibid., p.22)



Considerados e tematizados como autômatos, os personagens büchnerianos podem ser compreendidos, segundo Rosenfeld, como um contraponto ao herói clássico da tragédia grega. 


“O vazio, o mundo sem sentido, o absurdo: tal visão leva muitas vezes è redução da imagem do homem que se torna grotesca particularmente quando é oposta à imagem sublime do herói clássico.” (2005, p.62)




 Nesta perspectiva dos personagens autômatos, Rosenfeld a seguir, apresenta o núcleo "dramático" em Woyzeck:



“O automatismo desses fantoches é determinado por um Es, um it, uma força anonima, irracional, que envolve as personagens ou atua no seu inconsciente. (...) Woyzeck, tornado em objeto pelo médico e cercado e perseguido por este Es, assassina a mulher amada sob imposição do automatismo. (...) Com efeito, Woyzeck cometeu o crime antes de executá-lo: na cena no pátio da caserna fala de Maria no pretérito, mesmo antes de ter comprado a faca com que ira assassiná-la.” (Id., ibid.,p.63) 




É interessante observar pela citação acima que a motivação de Woyzeck para cometer o assassinato de Maria é localizada numa força estranha a ele próprio, pois mata sob imposição do automatismo que lhe afeta a vida. Logo me parece descartado a suposta ideia de que o protagonista comete o ato fatal em decorrência de seu ciúmes pela namorada. Considerar esta ideia é colocar como tema da peça uma crise entre o casal, hipótese que deverá ser imediatamente descartada haja visto que os personagens devem ser compreendidos por sua condição social e não individual. 

Uma pista importante para compreensão desta condição social dos personagens será oferecida por Rosenfeld na passagem a seguir: 
   

 “Um dos aspectos da obra de Buechner que nos toca particularmente como moderno é a solidão das suas personagens. Já não se trata da solidão romântica do gênio, mas da solidão lonely crowd [multidão solitária], concebida como fato humano fundamental num mundo que, tendo deixado de ser um todo significativo de que todos participam, se transforma em caos absurdo em que cada um é, forçosamente, isolado.” (Id., ibid., p.64 grifo meu)

  

Assim podemos novamente inferir que Woyzeck mata Maria não por ciúmes por esta ter lhe traído com o Tamboreiro-mor, mas sim em decorrência de um estado de solidão absoluta que é imposto a quem quiser sobreviver num mundo onde o estado de coisas é dado pelo caos. Uma espécie de paradoxo, pois se considerarmos que Maria representa o único vínculo que afirma a humanidade que Woyzeck mantém com o mundo, então, chegamos a conclusão de que para se viver num mundo tomado por convenções absurdas e caóticas é necessário deixarmos nossa humanidade de lado. 

Para finalizar apresento ainda algumas citações blocadas de Rosenfeld acerca dos traços fundamentais do movimento expressionista alemão, por entender que o Woyzeck comparttilha princípios comuns a este movimento. Vocês encontraram as referencias bibliográficas completas ao final da postagem.  


“Como o simbolismo, o expressionismo é um movimento de tendência idealista (no sentido filosófico), dirigido contra o positivismo e concepções naturalistas, decorrentes do cientificismo da segunda metade do século XIX. (...) todos os movimentos anti-naturalistas dos fins do século passado e dos inícios do nosso século tendem a uma forte subjetivação, na medida em que valorizam ao extremo as operações da imaginação (baseadas na memória), cujas imagens refletiriam uma realidade mais profunda que a empírica da nossa existência corriqueira.” (1968, p. 96-7)

“Os expressionistas radicalizam o procedimento, projetando, de vez as suas intuições e visões íntimas, sem mediação de impressões exteriores. Passam a manipular livremente os elementos da realidade, às vezes fortemente distorcidos, conforme as necessidades expressivas de uma imaginação que opera sob forte pressão emocional. Estas visões íntimas, muitas vezes oníricas, geralmente de uma consciência em situação extrema – em estado de angustia desespero ou exaltação profética – são projetadas e propostas como realidade essencial, de veracidade superior e mais profunda que o realismo ou naturalismo.” (Id. ibid., p. 97)   

“Na dramaturgia expressionista, porém, é com freqüência somente o herói, o personagem central, que “existe realmente”; os outros personagens muitas vezes são meras projeções distorcidas (inconscientes, oníricas) desta consciência central, da mesma forma como o mundo em que se situam, à semelhança do que ocorre em “Depois da Queda”, de Arthur Miller, em que só existe Quentin, o personagem central, sendo os outros personagens apenas evocações, lembranças, cristalizações de angustias e aspirações . Ainda que tais personagens tenham existência objetiva, autônoma, de próprio direito, e não se reduzam a meras funções visionárias do herói que se torna o foco subjetivo mediando o mundo imaginário (geralmente como porta-voz do autor).” (Id., ibid., p. 97)

“Semelhante constituição idealista do mundo a partir do eu central leva em geral ao “drama de estações”: o ego do herói percorre as “estações” ou os passos de sua vida, isto é, vive no palco os episódios decisivos de sua paixão. É este eu que dá unidade a peças que em geral, apresentam uma seqüencia solta de cenas, à maneira do “drama de farrapos”, característico do “Sturm und Drang” e do “Woyzech”, de Büchner (autor que exerceu grande influencia sobre os expressionistas). A unidade do personagem geralmente substitui a de tempo, lugar e ação: também esta última unidade frequentemente não é observada no drama expressionista, visto não haver, muitas vezes, uma fabula e sim episódios sem nexo causal.” (Id., ibid., p. 98)

“A intenção, ao contrário é projetar a realidade “essencial” de uma consciência reduzida às estruturas básicas do ser humano em situação extrema. Não se trata, pois, de seres matizados, situados em contexto histórico, mas de arquétipos – portadores quase abstratos de visões apocalípticas ou utópicas, num tempo julgado ponto terminal de uma época de corrupção e ocaso e, talvez, ponto inicial de uma nova era em que se realizarão as esperanças e promessas messiânicas.” (Id., ibid., p. 98)

“O que importa aos expressionistas não foi a beleza ou harmonia da obra e sim a força expressiva. A intensidade da expressão não se detém ante o feio e nauseabundo” (Id., ibid., p.99)

“Um movimento que almejava a “reconstrução do mundo a partir da intimidade do Eu”, naturalmente havia de ressaltar a vivencia interna, depreciando os dados externos.” (Id., ibid., p. 99) 

“Característica do expressionismo, principalmente depois da guerra, é também a posição contra o militarismo, a condenação radical do capitalismo e da burguesia, às vezes em sátiras e caricaturas ácidas; mas nem sempre em termos que correspondam a concepções progressivas.” (Id., ibid.,p. 99) .



REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS:  



MARQUES. Fernando. : peça de um ato / do Woyzeck de George Büchner. São Paulo: Perspectiva, 2003.


 ROSENFELD, Anatol. Teatro Alemão, história e estudos. São Paulo: Editora Brasiliense, 1968.



_____________________. Teatro Moderno. São Paulo: Perspectiva, 2005.






 

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Diario de Trabalho 017 - Por Edson Fernando

Wallace Horste e Silvia Luz pesquisando a composição da Cena 10 - Quatra de Maria

O treino da última segunda-feira (03.09) exercitou exaustivamente a composição da Cena 10 - Quarta de Maria. Os atuantes Wallace Horste e Silvia Luz dedicaram aproximadamente duas horas de trabalho investigando a cena. Os encaminhamentos seguem os mesmos: os atuantes trazem por escrito uma explicação pessoal da cena, uma análise crítica da mesma e, por fim, determinam uma ação que conduzirá o processo de criação no palco. O treino foi marcado pela grande dificuldade dos atuantes em discernir o que seja a explicação descritiva da cena, de sua análise crítica. Ambos não conseguiram elaborar o posicionamneto crítico e o trabalho de composição da cena se viu muito prejudicado em virtude desta dificuldade. Então, valeu a pena refletir novamente sobre como estes procedimentos estruturaram o trabalho de composição dos atuantes a partir de agora. 

Tarefa 1: Ler e compreender a cena considerando os fatos e situações descritos ou subentendidos na fábula. Trata-se de uma compreensão de tudo o que o texto dramático apresenta para elaboração de uma descrição explicando o que, quem, quando, e o por que  dos acontecimentos.

Tarefa 2: Elaborar uma análise crítica da cena. Trata-se do posicionamento crítico do atuante acerca dos acontecimentos descritos. O atuante deve aqui apresentar um juizo de valor posicionando a favor ou contra uma determinada situação, personagem ou atitude que ocorre na cena. O atuante deve inferir de modo claro o seu posicionamento.

Tarefa 3: Determinar uma ação para exercitar um dos papeis da cena. O atuante deve determinar a ação a partir do material elaborado anteriormente, isto é, a ação deve estar intimamente ligada a descrição e, fundamentalmente, a sua análise crítica.   

Observo que estas tarefas, assim organizadas, proporcionam ao atuante um caminho que o leva do texto dramático ao trabalho de criação no palco: na tarefa 1 toda a ênfase é colocada na leitura e interpretação do texto; na tarefa 2 distancia-se do texto exatamente para submetê-lo a uma reflexão radical por parte do atuante; na tarefa 3 o texto é abstraido completamente para que o atuante pesquise e cria ações livremente, sem preocupar-se com a estrutura formal do texto, pois a ênfase recai no contéudo proposto pelo texto e não em sua forma. Na próxima etapa desta ciclo de tarefas o atuante de encontrar uma linha viva de ações, o jogo entre os papeis, os estados emocionais e os gestos relevantes que deverão ser lapidados. O clico se encerra retornando rigorosamente ao texto dramático e aplicando todo o material descoberto pelo atuante: o atuante já sabe o que dizer (texto dramático) e o como dizer (linha viva de ações).

Todas estas reflexões foram novamente compartilhadas com os atuantes para que o processo possa seguir com maior fluência e tranquilidade.                   

domingo, 2 de setembro de 2012

Diario de Trabalho 016 - Por Edson Fernando

Silvia Luz atuando com André - Cena 11: Corpo de Guarda

Retomados os trabalhos de criação os treinos dos dias 29.08 e 01.09 foram dedicados a composição da Cena 11 - Corpo de Guarda. O encaminhamento referendado na pesquisa da encenação brechtiana para composição dos papéis solicitou dos atuantes o registro escrito do entendimento do texto dramático referente a cena em questão e uma análise critica da mesma. Cada atuante explica a cena na primeira tarefa e em seguida apresenta seu posicionamento crítico acerca de cada personagem, neste caso, acerca de André e Zé; será a partir deste material apresentado pelos atuantes que iremos compor a cena. O material produzido também deve orientar o atuante a encontrar qual a ação que cada papel desempenhará na cena. Silvia Luz classificou o personagem André como uma alienado e propôs como ação a ser desempenhada o verbo tapar, remetendo a condição do personagem de quem pertende tapar os ouvidos e ignorar a realidade e os problemas da vida; Brida Carvalho classificou o personagem Zé como aquele que enxerga e sente todos os problemas do mundo desabando sobre sua cabeça e propôs o verbo esconder como ação deste papel. Definidos os encaminhamentos teóricos partimos pra laboriosa composição da cena no palco. Esclareço que nesta etapa do trabalho o texto dramático é utilizado como indutor do processo de criação; os atuantes ainda não as falas decoradas, e faço questão que compreendam a cena pelos dados apresentados no texto e se distanciem o máximo da estrutura do texto, possibilitando assim, um livre transcurso de criação para descoberta da linha de ações vivas que serão colocadas em cena. Somente depois de estabelecido a linha de ações é que retornamos ao texto dramático, respeitando rigorosamente cada palavra. A seguir algumas imagens da composição da Cena.    

   1º Plano - Silvia Luz pesquisando o desempenhado o papel André pelo verbo tapar. Ênfase colocada no gesto de tapar os ouvidos comprometendo a classificação determinada por ela para o personagem, isto é, um alienado.  
2º Plano - Brida Carvalho desempenhando o papel Zé pelo verbo esconder. Ênfase colocada literalmente na procura por se ocultar de cena, negligenciando o fato de ter determinando que o personagem se esconde por enxegar os problemas do mundo.

 1º Plano - Silvia Luz pesquisando desempenhar o verbo tapar abstraindo o gestual proposto anteriormente, mas perseguindo a intenção apontado pelo verbo.
2º Plano - Brida mantém a mesma postura descrita anteriormente

 Plano Alto - Silvia Luz trabalhando na abstração do verbo proposto
Plano Baixo - Brida Carvalho pesquisando a composição tomando como indutor o peso dos problemas do 
mundo recaindo nas costas do personagem.   

sábado, 1 de setembro de 2012

Diário de Trabalho 015 - Por Edson Fernando

Retomados os treinamentos a mais de duas semanas o ritmo do processo criativo aos poucos vai volando ao normal. Depois de uma pequeno avaliação do 1º semenstre realizada no final de Junho, alterações nas etapas do plano de trabalho de 2012 foram tomadas para garantir uma de suas principais metas: a montagem teatral da obra cênica Zé de Fernando Marques. Desse modo, demos por encerrada a fase das apresentações públicas que previam seis encontros com a comunidade para apresentar e debater a pesquisa em andamento (dos seis previstos realizamos três, e produzimos o registro em vídeo divulgado em mídias virtuais), encontros estes intitulados Treinamentos Psicofísicos na Criação. O GITA se volta agora para o processo de criação e montagem das demais cenas ainda não trabalhadas no 1º Semestre, recorrendo sempre que necessário ao material produzido na fase das oficinas e laboratórios, fundamentalmente, as partituras neutras criadas pelos atuantes.  

A data para estreia da montagem também ficou definida para o próximo dia 17 de Janeiro de 2013, no Teatro Universitário Cláudio Barradas. "Zé (s): sem eira nem beira" é o título provisório da montagem que terá encenação fundada no Teatro Épico de Brecth. O título da montagem faz referência a condição do protagonista do texto dramático (Zé), isto é, aquele que é completamente desprovido de bens materiais e de status social; mas também é uma referência direta as pesquisas do GITA cujo objeto de investigação é o próprio atuante; este, encontrando-se num espaço vazio (o palco), só depende de si para o processo de criação e composição do material que irá pra cena, ou seja, desprovido de qualquer recurso como figurinos, acessórios de cena, cenários, sonoplastia, iluminação e mesmo do texto - trabalhado no inicio da pesquisa como indutor - o atuante encontra-se sem eira nem beira, agente solitário de sua arte, o Teatro.      
     

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

GITA no Festival Internacional de Teatro de Brasilia 2012

Passamos os mês de Julho sem atualização de postagens em função do pequeno intervalo (já previsto em nosso cronograma) nas atividades do GITA em 2012. Retornamos com as postagens regulares a partir de hoje, atualizando o andamento de nossas pesquisas. 

E retornamos compatilhando toda alegria e satisfação pela participação do grupo no Cena Contemporânea 2012 - Festival Internacional de Teatro de Brasilia, ocorrido de 17 a 29 de Julho. Representados pelo Prof. Dr. Cesário Augusto, Prof.ª Msc Silvia Luz e pela Graduanda em Artes Visuais Brida Carvalho o GITA ministrou oficina para cerca de 20 atores locais, compartilhando o treinamento psicofísico investigado e praticado pelo grupo. Na ocasião o GITA ainda fez demonstração prática das pesquisas em andamento, contando com a ilustre participação na plateia de Fernando Marques, autor da dramaturgia intitulada "Zé", dramaturgia que é o indutor das pesquisas do GITA atualmente. 

Abaixo, uma pequena amostra dos registros fotográficos da participação do GITA no Festival.

         















terça-feira, 5 de junho de 2012

Treinamento Psicofísico na Criação - 3ª demonstração prática de pesquisa.

O GITA - Grupo de investigação do Treinamento Psicofísico do Atuante realizará a 3ª DEMONSTRAÇÃO PRÁTICA DE PESQUISA. Esta atividade visa compartilhar os procedimentos metodológicos do grupo por meio de apresentação das pesquisas em andamento de 2012. Como é de conhecimento de todos a UFPA assim como, mais de 50 instituições de ensino superior encontram-se em greve desde o último dia 17 de Maio. Neste sentido, esta atividade faz parte do cronograma de atividades de ocupação de greve que vem sendo desenvolvido na ETDUFPA e nos demais campus da universidade.
Dia 06 de Junho (Quarta-feira)
LOCAL: ETDUFPA Sala 05
18 h 

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Treinamento Pisocfísico na Criação - 2ª demonstração prática de pesquisa.

O GITA - Grupo de investigação do Treinamento Psicofísico do Atuante realizará a 2ª DEMONSTRAÇÃO PRÁTICA DE PESQUISA. Esta atividade visa compartilhar os procedimentos metodológicos do grupo por meio de apresentação das pesquisas em andamento de 2012. 

Dia 07 de Maio (segunda-feira)
LOCAL: ETDUFPA Sala 05
18 h